PUBLICIDADE

Ex-presidente Jair Bolsonaro recebe alta hospitalar após cirurgia no ombro em Brasília

cinco profissionais: o cirurgião de ombro Alexandre Firmino Paniago, o cirurgião
Reprodução Agência Brasil

O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar na tarde desta segunda-feira, dia 4 de maio de 2026, após passar por uma cirurgia no ombro direito. O procedimento, realizado para tratar uma lesão no manguito rotador, ocorreu sem intercorrências no hospital DF Star, em Brasília, onde Bolsonaro estava internado desde a última sexta-feira, dia 1º.

A recuperação do ex-presidente tem sido acompanhada de perto, e a equipe médica responsável pela operação confirmou a boa evolução clínica, permitindo seu retorno para casa. A internação e a cirurgia foram parte de um processo que exigiu autorização judicial, dada a condição atual de Bolsonaro.

O procedimento cirúrgico e a recuperação

A cirurgia à qual Jair Bolsonaro foi submetido consistiu em um reparo artroscópico do manguito rotador. Este tipo de intervenção é comum para tratar lesões nos tendões que envolvem a articulação do ombro, frequentemente causadas por desgaste ou trauma. A necessidade da operação foi comprovada por exames detalhados e um relatório fisioterápico, que indicavam a extensão da lesão no ombro direito do ex-presidente.

A equipe médica que assinou a nota de alta foi composta por cinco profissionais renomados: o cirurgião de ombro Alexandre Firmino Paniago, o cirurgião geral Claudio Birolini, os cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, e o diretor-geral do hospital, Alisson Borges. A atuação conjunta desses especialistas garantiu que o procedimento e o pós-operatório transcorressem sem quaisquer complicações, resultando na rápida recuperação e na liberação do paciente.

A alta hospitalar de Bolsonaro e o contexto judicial

A internação de Bolsonaro para a cirurgia não foi um processo comum, devido à sua situação legal. O ex-presidente, de 71 anos, cumpre prisão domiciliar humanitária desde 24 de março de 2026, uma decisão concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, após uma internação anterior por pneumonia bacteriana. Dessa forma, qualquer deslocamento ou procedimento médico que exigisse internação precisava de aval da Justiça.

A autorização para a cirurgia no ombro foi concedida pelo próprio ministro Alexandre de Moraes, após uma manifestação favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Essa aprovação ressalta a importância de seguir os trâmites legais mesmo em casos de saúde, garantindo a transparência e a conformidade com as determinações judiciais que regem a vida do ex-presidente.

A situação legal do ex-presidente

A condição de prisão domiciliar humanitária de Jair Bolsonaro é um desdobramento de sua condenação pela Primeira Turma do STF. Em setembro de 2025, o ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por seu papel de liderança na trama golpista. Essa condenação representa um marco significativo na história política recente do Brasil, colocando um ex-chefe de Estado em uma situação jurídica inédita.

A saúde de Bolsonaro tem sido um fator recorrente em sua trajetória recente, desde a facada sofrida em 2018 até as internações por problemas intestinais e, mais recentemente, a pneumonia bacteriana que o levou à prisão domiciliar. A cirurgia no ombro adiciona mais um capítulo a esse histórico médico, enquanto ele continua sob as restrições impostas pela Justiça. Acompanhar a evolução de sua saúde e de sua situação legal é fundamental para entender os próximos passos da política nacional.

Para se manter atualizado sobre os desdobramentos da política brasileira, a saúde de figuras públicas e outros temas relevantes, continue acompanhando o Portal RJ99. Nosso compromisso é oferecer informação de qualidade, com análises aprofundadas e contexto preciso, para que você esteja sempre bem informado sobre o que realmente importa.

Leia mais

PUBLICIDADE